segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

PRIVATIZAÇÕES - LULO-PETISMO X FHC - QUEM ROUBOU MESMO??


Já escrevi e li vários comentários sobre privatizações no Brasil, e, com orgulho confesso que não li o livro do amaury jr e nem pretendo ler, mas, como este é o assunto do momento dos lulo-petistas resolvi fazer umas comparações entre o os resultados das privatizações do Governo FHC e das feitas nos (des)governos lulo-petistas.
Como é sabido, privatização é uma maneira de reduzir a presença do estado naqueles segmentos que não são prioritários, aumentando a sua eficiência no atendimento a Saúde, Saneamento Básico, Segurança, Assistência Social, Prevenção de todas as formas de acidentes que possam causar danos, reparáveis e irreparáveis aos contribuintes, que são, ou pelo menos deveriam ser, as prioridades 
Sendo este o raciocínio, e partindo do princípio que governos são eleitos para administrar as receitas geradas pelos impostos que pagamos  e não para gera-las com empreendimentos alheios aos seus objetivos fulcrais, o Governo FHC iniciou o seu processo de privatizações pelo sistema bancário, pois ao estado, um banco de fomento nos moldes do BNDES e um banco social, (Banco do Brasil ou CEF) bastam. 
Os resultados disso é sentido nos dias atuais pela pujança e segurança do nosso sistema financeiro, pois, com a desestatização, novos sistemas de regulação e controle foram necessários, e a criação destes, em virtude de terem sido feitos sem a tutela do estado, obedeceram apenas critérios técnicos, sendo portanto eficazes e ágeis.
Desvinculado do setor bancário, era chegada a hora de deixar também o setor industrial; A forte presença do governo na indústria de mineração, siderurgia, naval e outras de grande porte, aliada a já conhecida ineficiência eram entraves para o crescimento sustentado do Brasil, dessa forma, mineradoras, siderúrgicas, estaleiros que pertenciam aos políticos foram vendidos para a iniciativa privada, e o resultado disso é uma Vale do Rio Doce colocada entre as mineradoras mais atuantes e lucrativas do mundo; Uma CSN saneada, modernizada e lucrativa; Estaleiros, antes falidos absorvendo novas tecnologias e revivendo.
A modernização da área de informática, iniciada no governo collor de mello teve que acelerar o passo para suprir as exigências dos novos tempos que atravessavam o setor financeiro e industrial, e com isso, mastodônticas estatais que supriam esses mercados (como a Cobra, quem se lembra dela?) desapareceram e cederam seus lugares a empresas pequenas e ágeis.
Mas, de que adiantaria possuir um sistema bancário moderno e firme, um parque industrial em franco desenvolvimento e uma indústria de informática crescente se não tivéssemos uma maneira de interligar isso tudo? O elo de ligação de tudo isso acima citado é a telefonia.
Até então, o sistema brasileiro de comunicações era totalmente estatizado, ineficiente, caro e sem perspectiva de mudanças e,  sem um sistema de transmissão de dados eficiente e confiável os passos acima estariam perdidos.
Num gesto de ousadia, FHC decide privatizar a "joia da coroa". 
Aí a gritaria dos que eram contra subiu milhares de decibéis. O palanqueiro analfabeto, também conhecido por luis inácio da silva chegou dizer:"se privatização fosse boa o americano fazia ... por que não se ouve falar em privatização dos americanos?" E a resposta ao supremo ignorante veio na bucha; Serjão, como era conhecido o Sérgio Motta respondeu:"Só se privatizarem a Casa Branca e as Forças Armadas, porque todo o resto, lá, é privatizado."
O resultado dessa privatização é desnecessário comentar, mas, talvez para os mais jovens, que não sabem que linha telefônica tinha que ser declarada no imposto de renda, que se esperava anos para se ter uma linha, e, caso se quisesse telefone residencial com urgência este custava algo como USD 2,500.00, e o comercial, o dobro, é bom que se diga.
Agora vamos ver o que é a privatização lulo-petista.
Depois do fracasso que foi o "Plano de Recuperação de Rodovias" quando R$ 440 milhões (declarados) sumiram pelos ralos da corrupção lulo-petista e nem 10% dos 4000 km de estradas anunciados foram recuperados, o lula resolveu privatizar as estradas federais, e anunciou como diferencial do modelo paulista, (tucano, na fala dele) pedágio baratinho. 
O resultado disso é que, hoje, os usuários de estradas federais fingem que pagam pedágio e as concessionárias fingem que dão estradas. Quem trafega Br 116 ou na Fernão Dias paga um pedágio de R$ 1,80, contra os quase R$ 10,00 por trecho nas rodovias paulistas, porém, aqui as estradas pedagiadas são conservadas, sinalizadas, bem duplicadas e os contratos são cumpridos, enquanto que, nas federais, a duplicações mal feitas, a falta de conservação e a inobservância dos contratos constituem em mais um fator de risco para os usuários pedagiados.
Enquanto as privatizações do Governo FHC foram feitas visando o desenvolvimento harmônico e sustentado do país, as privatizações do lulo-petismo, (as poucas), ao invés de visarem o desenvolvimento, visam apenas dinheiro fácil e esconder a incomPeTência dos governantes.
Mas, os lulo-petistas são excelentes num outro tipo de privatização. A privatização do erário, dos bens públicos e particulares, da mentira bem ou mal contada, da lei Cível e Penal ... Nisso eles são insuperáveis, e em assim sendo,

QUE VENHAM OS AEROPORTOS PRIVATIZADOS.













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