terça-feira, 29 de maio de 2012

PORQUE LULA SE SENTIU AUTORIZADO A PRESSIONAR UM MINISTRO DO STF.



A recente divulgação da tentativa de intimidação e chantagem a um membro do Supremo Tribunal Federal efetuada pelo ex-presidente lula, tem sido abordada de vários ângulos, mas existe um que não foi tocado, mas ao meu ver é a origem do problema; o que permite que dirigentes e políticos  inescrupulosos interfiram nas decisões do judiciário e seu nome é "APADRINHAMENTO".


Entre as inconfidências cometidas por ele e divulgadas pela VEJA, lula mostrou como o executivo atua sobre o judiciário ao confidenciar algumas coisas que são de domínio público, como a cumplicidade do ministro dias tóffoli com o lulo-petismo, e a a obediência servil a ele do ministro ricardo levandowski,  mas mostrou também que os "APADRINHANTES", a mando dele, atuam sobre os "APADRINHADOS",  ao citar o jurista Bandeira de Mello e o ex-ministro Sepúlveda Pertence como atuadores nos casos do ministro e presidente do STF Ayres Britto e da ministra Carmem Lucia.


Não faz muito tempo, em entrevista concedida a Ricardo Setti, De VEJA, a Ministra Corregedora do CNJ, Eliana Calmon contou o que todo mundo que não pertence ao meio jurídico desconfiava, e os que são do meio estavam cansados de saber: "Que os MELHORES JUÍZES, OS MAIS INDEPENDENTES" jamais chegam às instâncias superiores do judiciário.


E disse mais; Que a carreira no judiciário está ligada a favores que um juiz presta a políticos, recebendo em troca preferência na listas de promoção., criando uma relação promíscua entre os poderes, coisa que juízes independentes não aceitam, sendo essa a razão pela qual, ninguém independente chega aos tribunais superiores. 
A própria Eliana chegou ao STJ por indicação e apadrinhamento de ninguém menos que Antonio Carlos Magalhães, o ACM ou Toninho Malvadeza, como preferirem.


É essa dependência quase que incestuosa do Poder Judiciário com o Executivo e Legislativo que permite com que canalhas como lula, josé dirceu, genoino e outros interfiram na aplicação da justiça.


Esse fato é amplamente conhecido por todos os que são do meio jurídico, porém, quem poderia insurgir-se contra esse estado de coisas que são a OAB e o Conselho Nacional da Magistratura, se calam obsequiosamente, entre o amedrontado e o cúmplice, 
Senadores que ora se revoltam com as notícias das canalhices lulo-petistas na seara do judiciário, obsequiosamente aprovaram esses nomes, por conta de conchavos políticos na maioria das vezes,  nada republicanos.


Urge que a sociedade cobre da OAB, do Conselho Nacional da Magistratura e dos poucos  Senadores Honestos uma articulação,  para que o as Instâncias Superiores do Judiciário deixem de ser o o esconderijo preferencial dos BANDIDOS DA REPÚBLICA, convenientemente ACOITADOS atrás de TOGAS BANDIDAS.
Texto: Jorge Temer
Arte: Roque Sponholz

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